Cenas da família Dups
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
A cozinha - Versão noite
A cozinha e o canto dos computadores. Ainda não terminei, falta arrumar muita coisa, trocar as cadeiras (todas vão ser brancas, como as do computador), ajeitar o canto do computador, mas dá pra ter uma idéia.
A sala - Versão dia
Algumas fotos tiradas de dia, onde dá pra ver melhor o branco total das paredes.
E nossa árvore já pronta para esperar o Papai Noel chegar! Fiz a decoração com as crianças no sábado, depois que meus pais foram para o aeroporto (o que foi bom porque fez passar a tristeza).
Se vocês olharem bem vão ver que na versão noite (que foi feita hoje enquanto que a versão dia foi feita no domingo passado) a árvore já perdeu toda a decoração de baixo graças ao senhor Thiago. Sim, esqueci de incluir na lista das brincadeiras preferidas dele tirar a decoração de Natal e colocar na boca. Quando eu encontro já está tão babado que acaba indo pro lixo. Prevenida que sou todas as bolas que quebram, mais perigosas pra ele, estão fora do alcance.
A sala - Versão noite
Bom, ainda falta terminar a decoração mas a sala já dá para mostrar. O resto por enquanto nem pensar porque falta arrumar e tá uma bagunça total.
Eu queria tudo branco. Acho que depois de ter passado anos com as cores vivas do apartamento de Montmatre fiquei com vontade de branco nos móveis e nas paredes. Queria cor só nos detalhes, em tudo que puder mudar fácil dependendo do humor e da estação. Mas ainda não terminei de decorar, falta o quadro para colocar em cima da televisão, o tapete, vários detalhes importantes. O branco das paredes é o All White, da marca Farrow and Ball.
Mas estou gostando, me sinto bem na minha sala. Quando recebemos o apartamento confesso que fiquei decepcionada. Compramos na planta e tinha imaginando bem maior, tinha pensado em várias manerias de decorar. Quando vi achei que não fosse dar para colocar o meu móvel de costura e os computadores. Mas finalmente deu para colocar quase tudo que eu queria. Quase, porque na minha idéia atrás do sofá era pra ter um buffet e isso não deu.
Quase tudo foi comprado na Ikea. Adoro o designer deles, o fato de ser bom e em conta, mesmo sabendo que não vão virar móveis de família. Mas a idéia é misturar com umas coisas compradas em feiras de antiguidade, as brocantes. Como a minha cadeira de balanço, em estilo Windsor, que eu amo. Comprei numa brocante em Montmartre, do lado de casa (ô saudade do meu bairro!) por 30 euros! Uma pechincha!
Enfim, aos poucos vai ficando mais a nossa cara e quando puder mostro o resto do apartamento.
Eu queria tudo branco. Acho que depois de ter passado anos com as cores vivas do apartamento de Montmatre fiquei com vontade de branco nos móveis e nas paredes. Queria cor só nos detalhes, em tudo que puder mudar fácil dependendo do humor e da estação. Mas ainda não terminei de decorar, falta o quadro para colocar em cima da televisão, o tapete, vários detalhes importantes. O branco das paredes é o All White, da marca Farrow and Ball.
Mas estou gostando, me sinto bem na minha sala. Quando recebemos o apartamento confesso que fiquei decepcionada. Compramos na planta e tinha imaginando bem maior, tinha pensado em várias manerias de decorar. Quando vi achei que não fosse dar para colocar o meu móvel de costura e os computadores. Mas finalmente deu para colocar quase tudo que eu queria. Quase, porque na minha idéia atrás do sofá era pra ter um buffet e isso não deu.
Quase tudo foi comprado na Ikea. Adoro o designer deles, o fato de ser bom e em conta, mesmo sabendo que não vão virar móveis de família. Mas a idéia é misturar com umas coisas compradas em feiras de antiguidade, as brocantes. Como a minha cadeira de balanço, em estilo Windsor, que eu amo. Comprei numa brocante em Montmartre, do lado de casa (ô saudade do meu bairro!) por 30 euros! Uma pechincha!
Enfim, aos poucos vai ficando mais a nossa cara e quando puder mostro o resto do apartamento.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Atendimento ao Leitor : Thaïs
A moça, além de não gostar de pentear o cabelo, também não é muito chegada numa foto. Basta pegar a máquina que na hora ela faz "cara de mau", como ela mesma chama a cara dela.
Ou então faz essa cara de totalmente blasé. Assim, pronta para sair, descabelada como sempre, e de óculos escuros que ela mesma quis colocar.
E tivemos até a versão sorriso forçado. Essa minha Thaïs é uma figura!
Ou então faz essa cara de totalmente blasé. Assim, pronta para sair, descabelada como sempre, e de óculos escuros que ela mesma quis colocar.
E tivemos até a versão sorriso forçado. Essa minha Thaïs é uma figura!
Ajudante na faxina
Aqui em casa é assim: enquanto eu passo o aspirador o Thiago vai logo passando o pano. Porque homem aqui também ajuda na faxina sim senhor.
E para quem pensa que eu exploro os meus filhos, ele berra de todas as forças se eu tirar isso dele!
O bom é que nem preciso mais comprar brinquedo para o Thiago. As brincadeiras preferidas dele são: pegar o telefone de casa ligar para os meus pais e ficar conversando, pegar o controle da televisão e apertar em todos os botões até conseguir fazer funcionar e passar pano na casa.
Tô dizendo, o terceiro já vem criado sozinho!
E para quem pensa que eu exploro os meus filhos, ele berra de todas as forças se eu tirar isso dele!
O bom é que nem preciso mais comprar brinquedo para o Thiago. As brincadeiras preferidas dele são: pegar o telefone de casa ligar para os meus pais e ficar conversando, pegar o controle da televisão e apertar em todos os botões até conseguir fazer funcionar e passar pano na casa.
Tô dizendo, o terceiro já vem criado sozinho!
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Atendimento ao Leitor : Clube da Costura
Acabei de responder os comentários no post sobre o roupa de cama da Thaïs e falei em criar o Clube da Costura. Era pra ser brincadeira, mas acho que podia ser uma boa idéia se tiver mais gente interessada. Podia ser o Clube da Costura e do Tricô.
O que vocês acham? Mais alguma alma costureira e tricoteira por aqui?
O que vocês acham? Mais alguma alma costureira e tricoteira por aqui?
Não toquem no meu cabelo!
Sempre pensei que quando tivesse uma menina ia passar horas penteando o cabelo dela, colocando presilhas, laços, tudo bem feminino. Sonhava com isso! E ainda sonho...porque minha menina aqui decidiu que detesta que peguem no cabelo dela. DETESTA. Assim, ódio mesmo. Coisa mais rara é eu conseguir passar um pente nos cachos dela.
E exatamente porque é raro eu tive que registrar esse momento: Thaïs de cabelo penteado! Ela foi lavar as mãos e enquanto lavava me deixou pentear, na maior calma. Não berrou, não se mexeu, ficou quietinha. Coloquei até a presilha!
Não durou muito tempo e logo depois ela tirou a presilha. Mas ficaram as fotos. Pena que na hora de sair nunca consigo pentear, colocar uns enfeites, ela não deixa. Bom, agora é inverno e de qualquer maneira ela só sai de casa de bonnet na cabeça. Veremos se até o verão de 2011 ela muda e me deixa pentear mais esses cachos tão lindos.
E exatamente porque é raro eu tive que registrar esse momento: Thaïs de cabelo penteado! Ela foi lavar as mãos e enquanto lavava me deixou pentear, na maior calma. Não berrou, não se mexeu, ficou quietinha. Coloquei até a presilha!
Não durou muito tempo e logo depois ela tirou a presilha. Mas ficaram as fotos. Pena que na hora de sair nunca consigo pentear, colocar uns enfeites, ela não deixa. Bom, agora é inverno e de qualquer maneira ela só sai de casa de bonnet na cabeça. Veremos se até o verão de 2011 ela muda e me deixa pentear mais esses cachos tão lindos.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
A volta das bolinhas
Já contei aqui que amo as minhas bolinhas e tinha tempo que queria fazer a roupa de cama da Thaïs com meu tecido rosa de bolinhas brancas. Aproveitei uma tarde que meus pais estavam com as crianças e fiz a capa do edredon e do travesseiro.
Além do prazer de criar, costurar, de gostar do resultado, tem também o prazer de terminar o projeto, colocar o meu 'ok' e tirar da lista (enorme!) de tudo que ainda quero fazer. Mesmo sabendo que é provisório e que minha lista agora até aumentou, porque prometi a versão azul para o Matheus (a verde vai ser a do Thiago, mas como ele não reclama ainda vai esperar um pouquinho) e quero experimentar colocar uns enfeites, fazer algo mais decorado, como fiz na capa do travesseiro da Lolita.
Pois é, termino um projeto e outros 10 aparecem na lista. E que bom que é assim.
Além do prazer de criar, costurar, de gostar do resultado, tem também o prazer de terminar o projeto, colocar o meu 'ok' e tirar da lista (enorme!) de tudo que ainda quero fazer. Mesmo sabendo que é provisório e que minha lista agora até aumentou, porque prometi a versão azul para o Matheus (a verde vai ser a do Thiago, mas como ele não reclama ainda vai esperar um pouquinho) e quero experimentar colocar uns enfeites, fazer algo mais decorado, como fiz na capa do travesseiro da Lolita.
Pois é, termino um projeto e outros 10 aparecem na lista. E que bom que é assim.
domingo, 5 de dezembro de 2010
Neve
Meus pais viram neve no ano passado e esse ano nevou de novo e muito. Num momento de coragem descemos com Thaïs e Thiago na frente do prédio para ver a neve de perto.
Meu pai não aguentou muito tempo e quis logo voltar pra casa, mamãe ainda tentou fazer um boneco de neve, mas sem luva desistiu também. Eles voltaram pra casa com o Thiago e eu fiquei brincando com a Thaïs. Desistimos do boneco, mas passamos um tempão brincando de jogar bolas de neve uma na outra.
O engraçado é que a danadinha me jogava a neve na cara mas dizia, muito séria, que eu não podia jogar na cara dela e ainda me explicava onde eu devia acertar.
Também foi divertido ir com o Franck e o Matheus no parque. Foi a maior guerra de neve! Os dois se juntaram e o objetivo era acertar todas as bolas de neve na minha cara. Tinha feito escova no cabelo e estava maquiada. Terminei toda molhada e com a maquiagem completamente borrada. E fui assim mesmo comprar a árvore de Natal, rindo da minha própria cara.
Meu pai não aguentou muito tempo e quis logo voltar pra casa, mamãe ainda tentou fazer um boneco de neve, mas sem luva desistiu também. Eles voltaram pra casa com o Thiago e eu fiquei brincando com a Thaïs. Desistimos do boneco, mas passamos um tempão brincando de jogar bolas de neve uma na outra.
O engraçado é que a danadinha me jogava a neve na cara mas dizia, muito séria, que eu não podia jogar na cara dela e ainda me explicava onde eu devia acertar.
Também foi divertido ir com o Franck e o Matheus no parque. Foi a maior guerra de neve! Os dois se juntaram e o objetivo era acertar todas as bolas de neve na minha cara. Tinha feito escova no cabelo e estava maquiada. Terminei toda molhada e com a maquiagem completamente borrada. E fui assim mesmo comprar a árvore de Natal, rindo da minha própria cara.
sábado, 4 de dezembro de 2010
1 ano do Thiago!
Foi dia 25 de novembro, uma festinha em família com vovô Toru, vovó Ruth, mamie Gisèle e papi Richard (que vieram passar a semana aqui) e Vanessa, Stéphane, Isabella e Camille, que também já são da família visto que Isabella é a minha futura nora.


Não deu para fazer aquela decoração caprichada de aniversário, faltou tempo e faltou achar tudo no meio da bagunça (ainda não terminei de arrumar tudo e por isso ainda não coloquei fotos do apartamento), mas fiz um bolo de chocolate, brigadeiros e Vanessa trouxe beijinho. E como era almoço fiz feijoada com direito a carne seca que meus pais trouxeram de Belém. Pelo menos garantimos um aniversário bem brasileiro.

O aniversário foi dele, mas nós ganhamos o presente de ver os primeiros passos dele sozinho! Ele já andava com a gente segurando a mão, mas esperou até o dia do aniversário para andar sozinho. Muito fofo!
Meu filhote tá crescendo rápido demais! Agora já explora sozinho a casa inteira, sabe apontar para tudo o que quer e reclama horrores quando a gente não dá. O brinquedo preferido dele agora é o telefone. Pega e coloca no ouvido e ainda diz "ae". Depois passa um tempão conversando numa linguagem só dele.
Adora ouvir música e dançar. E ele dança bem, como um bom brasileirinho. O CD que está no aparelho do quarto é o do Fruta Quente (um grupo de Belém que fez muito sucesso na minha juventude e que sempre tocava no Olê Olá, égua essa foi direto do tunel do tempo!) e ele AMA dançar o Babaê na Mixirica! Vou colocar o vídeo depois.
Assim como Matheus e Thaïs na mesma idade, já está comendo sozinho. Metade vai pro chão, mas a outra metade ele come sozinho. E já come de tudo, sem frescura. Engraçado isso, com o Matheus foi uma frescurada, tentei seguir todos os manuais de alimentação infantil, dando cada alimento na idade certa, essas coisas que toda mãe faz com o primeiro filho. Com Thaïs já relaxei mais e agora com o Thiago acho que nem olhei um livro. Comeu morango e adorou e nem tinha um ano, framboesa fresquinha colhida na horta da tia do Franck quando tinha 10 meses, batata frita, a lista é longa. Por enquanto não teve alergia a nada, amém.
Já sabe subir e descer da nossa cama sozinho. Aliás, sobe em tudo que encontra. Outro dia tinha subido no banquinho que fica perto da banheira e estava quase para cair dentro dela. Enquanto meus pais estavam aqui minha vida estava tranquila porque eles sempre estavam de olho nele. Mas agora que eles foram embora vou ficar louquinha correndo atrás dele.
Ele adora quando o Matheus chega pra brincar com ele e ainda desconfia um pouco da Thaïs (verdade que a miss deu uns tapinhas nele quando ele era mais bebê). Mas acontece dos 3 brincarem juntos e é a coisa mais linda do mundo!
Segundo meus pais e meus sogros, o Thiago promete ser o mais danado deles. E eu ainda acrescento o mais tagarela também, porque ele passa o dia tagarelando na língua dele. Já fico imaginando o que vai ser a minha vida quando os 3 quiserem falar ao mesmo tempo.
Só sei que meu Thiago tá crescendo muito rápido, chego até a ter saudade do meu bebezinho tão calmo, das noites que passei tricotando na cadeira de balanço enquanto ele dormia no bercinho dele do meu lado, das mamadas só nossas, dos primeiros sorrisos, a primeira vez que ele disse mamãe.
Me dá até vontade de dizer : Pode crescer filhinho, só não tão rápido tá.
Não deu para fazer aquela decoração caprichada de aniversário, faltou tempo e faltou achar tudo no meio da bagunça (ainda não terminei de arrumar tudo e por isso ainda não coloquei fotos do apartamento), mas fiz um bolo de chocolate, brigadeiros e Vanessa trouxe beijinho. E como era almoço fiz feijoada com direito a carne seca que meus pais trouxeram de Belém. Pelo menos garantimos um aniversário bem brasileiro.

O aniversário foi dele, mas nós ganhamos o presente de ver os primeiros passos dele sozinho! Ele já andava com a gente segurando a mão, mas esperou até o dia do aniversário para andar sozinho. Muito fofo!
Meu filhote tá crescendo rápido demais! Agora já explora sozinho a casa inteira, sabe apontar para tudo o que quer e reclama horrores quando a gente não dá. O brinquedo preferido dele agora é o telefone. Pega e coloca no ouvido e ainda diz "ae". Depois passa um tempão conversando numa linguagem só dele.
Adora ouvir música e dançar. E ele dança bem, como um bom brasileirinho. O CD que está no aparelho do quarto é o do Fruta Quente (um grupo de Belém que fez muito sucesso na minha juventude e que sempre tocava no Olê Olá, égua essa foi direto do tunel do tempo!) e ele AMA dançar o Babaê na Mixirica! Vou colocar o vídeo depois.
Assim como Matheus e Thaïs na mesma idade, já está comendo sozinho. Metade vai pro chão, mas a outra metade ele come sozinho. E já come de tudo, sem frescura. Engraçado isso, com o Matheus foi uma frescurada, tentei seguir todos os manuais de alimentação infantil, dando cada alimento na idade certa, essas coisas que toda mãe faz com o primeiro filho. Com Thaïs já relaxei mais e agora com o Thiago acho que nem olhei um livro. Comeu morango e adorou e nem tinha um ano, framboesa fresquinha colhida na horta da tia do Franck quando tinha 10 meses, batata frita, a lista é longa. Por enquanto não teve alergia a nada, amém.
Já sabe subir e descer da nossa cama sozinho. Aliás, sobe em tudo que encontra. Outro dia tinha subido no banquinho que fica perto da banheira e estava quase para cair dentro dela. Enquanto meus pais estavam aqui minha vida estava tranquila porque eles sempre estavam de olho nele. Mas agora que eles foram embora vou ficar louquinha correndo atrás dele.
Ele adora quando o Matheus chega pra brincar com ele e ainda desconfia um pouco da Thaïs (verdade que a miss deu uns tapinhas nele quando ele era mais bebê). Mas acontece dos 3 brincarem juntos e é a coisa mais linda do mundo!
Segundo meus pais e meus sogros, o Thiago promete ser o mais danado deles. E eu ainda acrescento o mais tagarela também, porque ele passa o dia tagarelando na língua dele. Já fico imaginando o que vai ser a minha vida quando os 3 quiserem falar ao mesmo tempo.
Só sei que meu Thiago tá crescendo muito rápido, chego até a ter saudade do meu bebezinho tão calmo, das noites que passei tricotando na cadeira de balanço enquanto ele dormia no bercinho dele do meu lado, das mamadas só nossas, dos primeiros sorrisos, a primeira vez que ele disse mamãe.
Me dá até vontade de dizer : Pode crescer filhinho, só não tão rápido tá.
Libellés :
Gisèle e Richard,
Thiago,
Toru e Ruth 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
O "quintal" de casa
Aqui pertinho de casa tem um parque que já virou o nosso quintal. Quando nos mudamos a folhagem de outono estava linda, de um amarelo brilhante.
Agora as folhas já cairam quase todas, anunciando um inverno que promete ser muito, mas muito frio. Outro dia chegou até a nevar e ainda estamos em novembro.
Quando o tempo deixa levamos as crianças no nosso quintal, tem uma área com brinquedos e um lago com patos, onde a gente passa um tempão dando pão pra eles.
Mamãe e papai também se divertem nisso. Segundo a mamãe, é uma das poucas coisas para se fazer aqui já que meu bairro segundo ela é calmo demais. A outra é ir no shopping, que fica um pouco mais longe.Ela adorava a animação de Montmartre e ainda não se acostumou aqui.
As crianças estão começando a se acostumar.
Matheus ainda prefere a antiga escola e sente falta dos amigos de lá, fala o tempo todo do Adam. Mas compramos uma bicicleta pra ele e aqui ele tem muito espaço para pedalar então acho que compensa um pouco.
Thaïs por enquanto topa tudo, não reclama de nada. Como meus pais estão aqui isso ajuda, porque eles estão sempre brincando com ela. Acho que vai ser mais díficil quando eles forem embora, porque ainda não conhecemos ninguém aqui e ela ainda não tem amiguinhas pra brincar com ela.
Já o Thiago tem mais espaço dentro de casa e está feliz da vida.
Agora as folhas já cairam quase todas, anunciando um inverno que promete ser muito, mas muito frio. Outro dia chegou até a nevar e ainda estamos em novembro.
Matheus ainda prefere a antiga escola e sente falta dos amigos de lá, fala o tempo todo do Adam. Mas compramos uma bicicleta pra ele e aqui ele tem muito espaço para pedalar então acho que compensa um pouco.
Thaïs por enquanto topa tudo, não reclama de nada. Como meus pais estão aqui isso ajuda, porque eles estão sempre brincando com ela. Acho que vai ser mais díficil quando eles forem embora, porque ainda não conhecemos ninguém aqui e ela ainda não tem amiguinhas pra brincar com ela.
Já o Thiago tem mais espaço dentro de casa e está feliz da vida.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Cergy e internet, enfim!
Muita novidade para contar nessas longas semanas longe desse blog. Meus pais chegaram para ajudar na mudança (e já estão quase voltando para Belém) e desde o dia 28 de outubro meu novo lar é em Cergy, num apartamento totalmente branco e bem iluminado, como eu queria. Ainda não consegui arrumar tudo e percebi nessa mudança uma absurda tendência a acumulhar tralhas e mais tralhas. Muitas eu deixei antes da mudança, mas muitas vieram comigo e já estou quase precisando de mais espaço!
Ainda estou me acostumando com a vida nova na periferia. A mudança é enorme para quem estava acostumada com a vida sempre animada de Montmartre e, principalmente, para quem não precisava de carro porque tudo era perto. Aqui tudo é longe e eu não sei dirigir. Faço tudo a pé ou de ônibus e por enquanto ainda posso deixar as crianças com os meus pais, mas eles já vão embora no próximo final de semana e confesso que nem gosto muito de pensar em como vai ser pegar o ônibus com o meu carrinho de 2 lugares.
Também é estranho não encontrar muita gente nas ruas, não ter lojas por perto, ter que andar 10 minutos para comprar o pão, tudo tão mais calmo e mais deserto. Gosto de gente, de uma bagunça gostosa, e sinto falta disso aqui. Mas, bom, como disse meu médico que trabalha em Montmartre mas mora aqui perto, é preciso um tempinho para se desligar de Montmartre, que é um bairro único em Paris. Mas com o tempo a gente se acostuma e passar a gostar da qualidade de vida aqui.
E, realmente, só agora quase 1 mês depois da mudança é que começamos a sair mais e é gostoso levar as crianças no parque da Prefeitura que fica aqui do lado. Matheus vai de bicicleta e tem um espaço enorme para pedalar em toda tranquilidade, coisa impossível nos parques de Montmartre por exemplo. Ou levar um pouco mais longe, na Base de Loisirs, que é uma área realmente enorme. Aos poucos vamos conhecendo melhor a vizinhança. Tenho até um vizinho brasileiro morando no prédio e já consegui até uma brasileira que mora perto e vai me ajudar na faxina.
A internet e o telefone só chegaram hoje e confesso que estava sentindo falta, muita falta. Sem internet me senti ligeiramente isolada. Por outro lado só agora, com o apartamento mais arrumado, estou voltando a ter tempo para outra coisa que abrir as caixas da mudança.
Em breve coloco fotos de Cergy e do apartamento. Ainda não coloquei no computador. Queria mesmo era dar notícias e dizer que está tudo bem. Depois mando o novo telefone e o endereço por email.
Agora, com internet, vou começar realmente a me sentir em casa aqui!
Ainda estou me acostumando com a vida nova na periferia. A mudança é enorme para quem estava acostumada com a vida sempre animada de Montmartre e, principalmente, para quem não precisava de carro porque tudo era perto. Aqui tudo é longe e eu não sei dirigir. Faço tudo a pé ou de ônibus e por enquanto ainda posso deixar as crianças com os meus pais, mas eles já vão embora no próximo final de semana e confesso que nem gosto muito de pensar em como vai ser pegar o ônibus com o meu carrinho de 2 lugares.
Também é estranho não encontrar muita gente nas ruas, não ter lojas por perto, ter que andar 10 minutos para comprar o pão, tudo tão mais calmo e mais deserto. Gosto de gente, de uma bagunça gostosa, e sinto falta disso aqui. Mas, bom, como disse meu médico que trabalha em Montmartre mas mora aqui perto, é preciso um tempinho para se desligar de Montmartre, que é um bairro único em Paris. Mas com o tempo a gente se acostuma e passar a gostar da qualidade de vida aqui.
E, realmente, só agora quase 1 mês depois da mudança é que começamos a sair mais e é gostoso levar as crianças no parque da Prefeitura que fica aqui do lado. Matheus vai de bicicleta e tem um espaço enorme para pedalar em toda tranquilidade, coisa impossível nos parques de Montmartre por exemplo. Ou levar um pouco mais longe, na Base de Loisirs, que é uma área realmente enorme. Aos poucos vamos conhecendo melhor a vizinhança. Tenho até um vizinho brasileiro morando no prédio e já consegui até uma brasileira que mora perto e vai me ajudar na faxina.
A internet e o telefone só chegaram hoje e confesso que estava sentindo falta, muita falta. Sem internet me senti ligeiramente isolada. Por outro lado só agora, com o apartamento mais arrumado, estou voltando a ter tempo para outra coisa que abrir as caixas da mudança.
Em breve coloco fotos de Cergy e do apartamento. Ainda não coloquei no computador. Queria mesmo era dar notícias e dizer que está tudo bem. Depois mando o novo telefone e o endereço por email.
Agora, com internet, vou começar realmente a me sentir em casa aqui!
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Um dia legal
Sei que vamos fazer novos amigos lá em Cergy, que Matheus vai ter outros bons amigos na nova escola (espero!), mas vou sentir muitas saudades de ver a amizade dele com o Adam e o Younes no dia-a-dia. O pai do Adam geralmente leva o Matheus para escola de manhã e ele vai feliz com o amigo.
A mãe do Adam até comentou que já estava preparando o Adam para a nossa mudança, explicando que depois das férias de outubro o Matheus não vai mais morar aqui, não vai mais estar na mesma escola. A sentimental que eu sou quase chora. Porque estamos fazendo a mesma coisa com o Matheus.
Um dia ele me perguntou por que a gente tinha dois apartamentos. Expliquei que o outro estava sendo construído e que no final do mês a gente muda pra lá. E ele me olha e pergunta se a gente ainda ia morar aqui também. Falei que não.
- Eu não vou mais pra escola com o Adam?
- Não filho, você vai numa escola nova, vai ter outros amigos, mas a gente vai vir sempre aqui pra você continuar brincando com o Adam.
- Eu vou ficar com saudades.
E eu controlando a vontade de chorar. De todos os lugares onde moramos foi aqui que construi raizes, que me senti em casa.
Mas, bom, ainda não é hora de nostalgia. O dia foi alegre, as crianças se divertiram, Thiago se lambuzou de chocolate no aniversário, dei um cachecol de presente pra Alia e recebi elogios que fizeram compensar as 3 horas de sono da noite passada (só fui dormir quando terminei, às 3h da madrugada, e Thiago me acordou às 6h!).


Tem esses dias onde dá tudo errado e tem dias como hoje, onde dá tudo certo.
Hoje foi um desses dias que deu gosto de ver. Na saída da escola fomos num parque aqui perto para festejar o aniversário de 1 ano da Alia, a irmã do Adam. Matheus, Adam e Younes brincaram muito, correram, ficaram juntos o tempo todo. Na volta pra casa eles vieram de mãos dadas, rindo, felizes.
Um dia ele me perguntou por que a gente tinha dois apartamentos. Expliquei que o outro estava sendo construído e que no final do mês a gente muda pra lá. E ele me olha e pergunta se a gente ainda ia morar aqui também. Falei que não.
- Eu não vou mais pra escola com o Adam?
- Não filho, você vai numa escola nova, vai ter outros amigos, mas a gente vai vir sempre aqui pra você continuar brincando com o Adam.
- Eu vou ficar com saudades.
E eu controlando a vontade de chorar. De todos os lugares onde moramos foi aqui que construi raizes, que me senti em casa.
Mas, bom, ainda não é hora de nostalgia. O dia foi alegre, as crianças se divertiram, Thiago se lambuzou de chocolate no aniversário, dei um cachecol de presente pra Alia e recebi elogios que fizeram compensar as 3 horas de sono da noite passada (só fui dormir quando terminei, às 3h da madrugada, e Thiago me acordou às 6h!).
Tem esses dias onde dá tudo errado e tem dias como hoje, onde dá tudo certo.
Libellés :
Amizades,
Matheus Thaïs e Thiago,
Tricô
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
O cachecol desse inverno
A Lau perguntou se tinha deixado o tricô de lado. Não, continuo adorando tricotar. Mas confesso que não consegui fazer nada em Belém porque tricô e calor não deram certo pra mim. E olha que não tinha nem levado lã, mas um fio de algodão bem leve. Depois que cheguei aqui também esperei o verão acabar para voltar às minha agulhas.
Escolhi o meu nas cores que uso muito atualmente. Virei fã dessas cores, tenho brinco, sapato, bolsa. E agora meu cachecol.
Comecei a fazer um bonnet pra mim, mas deu errado e está virando um casaco pra Thaïs. Da última vez não consegui fazer um casaco para o Thiago, vamos ver se dessa vez dá certo.
E ainda fiz um cachecol pra Vanessa, numa cor de mostarda (ou compota de maçã, como as francesas chamam essa cor).
Depois das noras, era tempo da sogrinha ganhar um cachecol pra ela também.
Cadê a mamãe?
Filho é mesmo coisa ingrata, já comecei a aprender isso. Eu cuido dele a semana inteira, Franck muitas vezes chega tarde do trabalho, lá pelas 20h, já peguei na escola, levei no parque, dei banho, jantar. Quando ele não tem aula na quarta, eu passo o dia com ele, brinco de Lego, corro no parque atrás dele, sou dessas mães que participam de tudo mesmo.
Mas porque um sábado passei a manhã no curso de costura e Franck que levou os 3 no parque, quem ele desenha passeando com eles, quem ??? A mãe ??? Não, claro que não, o pai !!! E ainda mostra o desenho todo orgulhoso :
- Esse é o papai levando o Matheus, a Thaïs e o Thiago dentro do carrinho no parque.
- Filho, o desenho tá lindo, mas cadê a mamãe?
- Não tá no desenho.
- Por que?
- Porque o papai que leva a gente a gente no parque.
- Como assim? Ele leva no final de semana, e eu que levo todo dia não mereço desenho nenhum?
- Não.
Só não fiquei braba de verdade porque o desenho ficou muito fofo!
Mas porque um sábado passei a manhã no curso de costura e Franck que levou os 3 no parque, quem ele desenha passeando com eles, quem ??? A mãe ??? Não, claro que não, o pai !!! E ainda mostra o desenho todo orgulhoso :
- Esse é o papai levando o Matheus, a Thaïs e o Thiago dentro do carrinho no parque.
- Filho, o desenho tá lindo, mas cadê a mamãe?
- Não tá no desenho.
- Por que?
- Porque o papai que leva a gente a gente no parque.
- Como assim? Ele leva no final de semana, e eu que levo todo dia não mereço desenho nenhum?
- Não.
Só não fiquei braba de verdade porque o desenho ficou muito fofo!
Assinar:
Postagens (Atom)